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Disney+ aposta em “Avatar: Fogo e Cinzas” e despedida de “O Urso” para fechar junho com chave de ouro

O Disney+ reservou para a última semana de junho dois dos lançamentos mais aguardados do ano. No dia 24, chega ao catálogo “Avatar: Fogo e Cinzas”, novo filme da franquia criada por James Cameron, que retoma a história de Jake Sully, Neytiri e a família Sully em uma nova aventura no universo de Pandora. A produção é apontada como uma das principais apostas da plataforma para reforçar o catálogo de grandes lançamentos de cinema em 2026.

No dia seguinte, 25 de junho, é a vez de “O Urso” estrear sua quinta e última temporada. A série, que se consolidou como um dos maiores sucessos recentes do FX ao retratar a pressão profissional e os bastidores de uma cozinha de alto nível, acompanha Sydney, Richie e Sugar na tentativa de manter o restaurante funcionando após a saída de Carmy da alta gastronomia.

Pixar e produções nacionais também marcam presença

O mês reserva espaço para o público infantil e familiar com “Cara de Um, Focinho de Outro”, animação da Pixar apontada entre as mais divertidas do ano. A estreia amplia a oferta de conteúdo voltado a crianças e famílias, um dos pilares da estratégia do Disney+ desde o lançamento da plataforma no Brasil.

Já entre as produções brasileiras, “Rio de Sangue” chega como uma das poucas apostas nacionais de destaque do catálogo, trazendo ação, crime e suspense ambientados na região amazônica. A presença de conteúdo local no meio de tantos lançamentos internacionais reforça o esforço das plataformas em equilibrar produções globais com histórias que dialogam diretamente com o público brasileiro.

Série sobre o mercado de trabalho atual chega criada por Mindy Kaling

Outro destaque do mês é “Inapropriados para o Trabalho”, série criada por Mindy Kaling, a mesma responsável por “The Office”, em parceria com Charlie Grandy. A trama acompanha cinco jovens profissionais obcecados com a carreira tentando construir suas vidas em Manhattan. O título original em inglês, “Not Suitable for Work”, faz um trocadilho com a sigla NSFW da internet, brincando com o conceito ao colocar os próprios protagonistas como os elementos “inapropriados” da história.

Com produções que vão da fantasia épica ao drama gastronômico, passando pela animação e pelo suspense nacional, o Disney+ encerra junho reforçando sua estratégia de manter um catálogo plural, capaz de atrair públicos de perfis bem diferentes em um único mês.

Fontes consultadas: omelete.com.br e diversorio.wordpress.com

Autor: Diego Rodríguez Velázquez


4. Categoria: Brasil

Título: Streaming já responde por quase 40% da audiência no Brasil, segundo pesquisa da Kantar Ibope

O hábito de assistir TV no Brasil está mudando de forma acelerada. Levantamento da Kantar Ibope Media mostra que o vídeo online, categoria que reúne plataformas como Netflix, Globoplay, Disney+ e redes como YouTube e TikTok, atingiu 37,2% da audiência geral no fim de 2025, frente a 62,8% da TV linear, somando TV aberta e TV paga. O dado indica que o streaming se aproxima cada vez mais do modelo tradicional de televisão, que ainda lidera, mas em ritmo de queda gradual.

Dentro do universo do vídeo online, o YouTube aparece isoladamente como o serviço mais consumido, com 21,6% da audiência total, superando a soma de todas as plataformas de streaming pagas em operação no país. A Netflix vem em seguida, com 5,6%, e o TikTok completa o trio com 5% de participação.

TV aberta ainda domina, mas perde força ano a ano

Apesar do avanço do streaming, a televisão aberta continua sendo o meio mais consumido pelos brasileiros, com 55,8% da audiência total segundo a pesquisa. O dado mostra que a migração para plataformas digitais é real, mas ainda não representa uma virada completa no comportamento do público, especialmente quando o consumo é medido exclusivamente em aparelhos de televisão.

Quando o recorte considera apenas o consumo feito diretamente na TV, a TV aberta concentra dois terços da audiência, enquanto o vídeo online soma pouco mais de 25%. A diferença entre os dois cenários evidencia que boa parte do consumo de streaming no Brasil ainda ocorre fora da tela da televisão, em celulares, computadores e tablets.

Globoplay lidera entre as plataformas pagas nacionais

Entre os serviços de streaming pagos, o Globoplay aparece na frente, com 1,7% de participação na pesquisa, seguido por Prime Video, com 1,1%, HBO Max, com 0,5%, e Disney+, com 0,3%. O desempenho da plataforma brasileira é puxado em parte pela transmissão de eventos ao vivo, como o Big Brother Brasil e competições de futebol, que geram picos de audiência difíceis de replicar para serviços internacionais.

A pesquisa, realizada com medidores de audiência peoplemeter DIB 6 e Focal Meter, contemplou uma amostra distribuída em regiões metropolitanas como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Fortaleza, Recife, Belém e Manaus, entre outras. Os números reforçam um movimento já identificado por especialistas do setor: a audiência brasileira está cada vez mais fragmentada entre múltiplas plataformas, em vez de concentrada em poucos canais, como ocorria na era pré-streaming.

Fontes consultadas: em.com.br e poder360.com.br

Autor: Diego Rodríguez Velázquez